quinta-feira, 13 de agosto de 2009

compartilhando o VIVER

Tão bom poder fazer parte da vida de pessoas especiais, viver muitas coisas junto delas, compartilhar todo tipo de momento (uns maravilhosos e outros nem tanto assim) e poder ver o quanto se evolui em conjunto quando se tem afinidade, respeito, cumplicidade,sinceridade, amor, entre tantos outros bons sentimentos reunidos nas relações.
Hoje um irmão que a vida me deu está dando mais um passo importantíssimo para o crescimento dele, decolando pra uma vida muito desejada e merecida. Eu não poderia estar me sentindo mais orgulhosa e emocionada. É uma vitória minha também, como se eu estivesse nesse exato momento num vôo pra Itália, rumo à um mundo imenso, cheio de descobertas, emoções e vida (vida pura!). Talvez um tanto do motivo pelo qual me sinto assim seja porque este também é um desejo meu que, sei bem logo,logo se realiza. Mas isso é parte, porque mesmo que fosse um sonho que eu não tivesse pra minha vida, seria de muita alegria pra mim, já que o que faz os que amo felizes, faz minha felicidade também.
Minha alma tá muito grata por acompanhar passos na vida dele que o conduziram por este caminho tão iluminado. Há um tempinho atrás este caminho era até impensado por ele, que tantas vezes se julgou vítima da vida. Mas as coisas mudam (ainda bem!!!) e essa mudança espetacular desse ser de luz alimenta meu viver duma forma que não vejo outra opção a não ser agradecer. Agradeço por todos que fazem parte da minha estrada, por juntos iluminarmos o caminho, por caminharem comigo, por seguirem junto de mim mesmo quando nossos pés não caminham lado-a-lado, por simplesmente existirem, por tudo, tudo, tudo..vai na fé irmão, estaremos juntos,sempre!
Caraca...a vida é mesmo muuuuuuito bela!!!
GRATA!

"uma longa viagem começa com um único passo" Lao Tsé

terça-feira, 4 de agosto de 2009

welcome to the life of love!

Tenho sentido crescer e fortalecer dentro de mim o amor, em suas variadas formas. Que bom que sinto ele crescer, ruim seria se fosse o contrário, não é?! É sim,claro (pensamentos traduzidos em palavras).
É tão bom perceber e contemplar essa 'ascensão do amor', porque tenho certeza que é o tipo de crescimento que não regride, não diminui, não acaba. Só aumenta, aumenta, aumenta.
Certamente que isto não aconteceu da noite pro dia, foi consequência da vida. Ninguém recebe de volta pra si o que não deu. E parando pra tentar analisar, sim, tenho dado muito amor, portanto é natural este amor voltar pra mim e me encher a alma.
Amor é uma palavrinha pequena, mas que diz respeito a tantas coisas e tem um sentido amplo demais pra ser colocado em relações espefícas. O amor está no meu relacionamento com minha mãe, tanto quanto com meu filho, tanto quanto com meus amigos, com meus simples conhecidos, até mesmo com quem de repente nem goste de mim (pode ser incabível para aguns, mas alimento amor até pra quem aparentemente não me curte). Acho que é uma das coisas mais legais que venho aprendendo. Hoje eu procuro plantar o amor onde for e pra quem quer que seja, pra colher o bem.
Eu não era assim..ali atrás eu era tão fechada pras pessoas, pro mundo e achava que me bastava viver esse confinamento de sentimentos. Vai ver foi por isso que nesta época, na adolescência mais precisamente, que me vi sendo traída por diversas amizades. Porque eu queria tanto escolher as pessoas com quem conviver, duma forma que não deixasse abertura às outras pessoas que não se enquadrassem com o que eu julgava legal, que me quebrei com estas mesmas. E o que era mais idiota, vendo hoje, era que eu gostava de que as pessoas não gostassem de mim, gostava de provocar inveja pois a inveja era sinal de que eu era super-sei-lá-eu-o-quê. Eu fazia questão de ser esnobe pra que me detestassem...(?!)E assim atraía pessoas não tão legais porque não estava sendo alguém legal. Só que pensava que isso era comum de acontecer, achava que quase todo mundo se fudia com os amigos (eu achava que tinha amigos!).
Que pensamento de merda! Que erro! Quanta estupidez...
Aiiiiinda bem que em determinado momento a mente clareou, clareando assim também caminhos diferentes.
Em diversos momentos devo ter recebido sutilmente a tal sacudida da vida que tantas vezes desperta o cidadão. E assim comecei a abrir os olhos da alma, do coração. Por estas e outras que creio que tudo flui na santa sapiência da vida. Já pensou eu, mãe, com uma mentalidade trivial daquelas tendo que passar algum tipo de valor pra uma criança? Bom, acho que mesmo que não tivesse recebido o presente divino de ter um filho quando tive, cedo ou tarde essa luz ia me tirar do túnel lúgubre o qual estava eu me perdendo. Mas quis a vida sábia que fosse "cedo" pra não afetar negativamente minha bençãozinha. Ou até o contrário, foi a benção de ser mãe e me trazer tamanha consciência de vida em tão pouco tempo o que me fez iniciar a caminhada sob o sol.
E a vida tá seguindo, linda, me dando a opção de escolha a todo momento. Algumas vezes me distraio no caminho, certas horas os obstáculos são grandes, outras tantas tropeço aqui e ali.
Só que agora escolho meus caminhos com outros olhos, não exatemente os olhos que se situam em frente ao cérebro, mas com os olhos do coração. Tão bom poder mudar a rota, poder escolher outro guia. E tão bom quanto ter a consciência de que a gente muda, melhorando o que não era legal, de uma forma meio inconsciente (dentro de uma consciência), é ter a noção de que ainda há muuuito mais pra se melhorar.
Hoje o amor à tudo faz mais sentido do que ontem e amanhã ele vai fazer mais do que hoje, e asim vai indo...agradeço imensamente pelas pessoas que tenho no meu caminho. Estas me ajudam a viver e a alimentar minha alma, contribuindo de diferentes formas pra esse florescimento interno. Agradeço à vida, por me trazer pra esta vida como um ser absolutamente imperfeito e poder assim evoluir com passos (ora de elefante, ora de formiga) por uma estrada que não se sabe onde vai dar, mas que também não importa, desde que eu tenha sempre a possibilidade de continuar seguindo, onde for, pra um destino cheio de luz e cura espiritual.

mais uma vez, e sempre, grata!

dos seres de luz...

Cito aqui algumas, das muitas, maravilhas compartilhadas por seres de muita luz, os pequenos grandes mestres da vida, ao qual tenho a honra e alegria de conviver diariamente com um destes e sentir o impacto (e ao mesmo tempo a sutileza) com que toca meu coração, afetando extrema e positivamente o meu ser.
  • os olhares que revelam a alma...
  • as palavras que, mesmo quando pronunciadas "erradas", possuem um sentido sem igual...
  • a inocência e confiança que crêem em tudo que lhes é dito como sendo verdade...
  • a pureza e incondicionalidade dos sentimentos...
  • a bela curiosidade que os move a todo instante...
  • as demonstrações de amor gratuitas e intensas...
  • os sorrisos e gargalhadas mais sinceros...
  • as idéias sonhadoras, infelizmente desacreditadas pela maioria de nós...
  • as lições dadas, espontânea e involuntariamente, todos os dias...
  • a satisfação e alegrias imensas devido as realizações tão simples, aparentemente, por parte dos mesmos, mas que possuem pra eles (e pra quem os cerca e tem suas vidas atingidas por tamanha luz)imenso significado...

Bem, eu poderia ficar escrevendo aqui, sobre estes seres iluminadíssimos o meu dia inteiro. A cada momento sinto que essa presença enche mais e mais minha alma de amor, claridade, força de vontade, felicidade entre muitos outros bons sentimentos...sou grata, muito grata por tudo nesta vida...OBRIGADA!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Celebração

A vida é um momento para ser celebrado, desfrutado.
Torne-a divertida, uma celebração, e então você entrará no Templo.
Esse templo não é para os tristes e desanimados, nunca foi para eles.
Olhe para a vida: você vê tristeza em alguma parte?
Você já viu uma árvore deprimida?
Você já encontrou um pássaro movido por ansiedade?
Já viu um animal neurótico?
Não, a vida não é assim, absolutamente.
Só o homem é que seguiu um caminho errado, se desviou em algum lugar, porque ele se considera muito sábio, muito esperto.
Sua esperteza é o seu mal.
Não seja sábio demais.
Lembre-se sempre de parar...
Não vá a extremos.
Um pouco de tolice e um pouco de sabedoria fazem bem, e a combinação certa faz de você um buda.

Osho

quarta-feira, 29 de julho de 2009

o valor do amor..

Hoje, lendo o jornal, chamou minha atenção e não pude deixar de ler um artigo de um escritor leopoldense que está ganhando reconhecimento nacional, se tratava de um texto bem pessoal, falando sobre a emoção dele em ser pai..achei muito legal. Aliás, acho muito legal toda e qualquer demonstração de amor vinda de pai, mãe, ou quem quer que seja, para sua família. Muito bom perceber, sentir, que são muitos os pais, especialmente falando, que valorizam e tem real noção da maravilha que é ter um filho. Frente a tantas demonstrações como essa (e das + variadas possíveis), fico me perguntando porque algumas pessoas não tem essa noção, não dão o valor mínimo (quem dirá infinito) a um serzinho que veio ao mundo graças a nós, pais?!Vejo tantas pessoas loucas pra terem um filho e por algum motivo mais sério, que independente das suas vontades próprias não conseguem..vejo tantas outras inconsequentes até o ultimo fio de cabelo, que tiram vidas de dentro de si próprias como se fosse normal, como se essa vida (que, inconsequentemente dentro das suas consciências, geraram) fosse uma doença, um corpo estranho que precisa ser eliminado. Acho abominável!Não vou entrar no assunto do aborto, pois são outros 500 e eu mesma, há poucos meses andei mudando minha opinião sobre isto. Não acho que seja, em todo, absurdo..mas é repulsivo constatar que muitas mulheres hoje, fazem deste procedimento algo muito comum, banalizam tal atitude como se fosse a coisa mais natural do mundo transar, engravidar e abortar...me envergonho por ver gurias e mulheres com condições financeiras e muitas vezes até com o apoio paterno pra criar um filho, acabando com os direitos de um bebê vir ao mundo..tirando inclusive o direito delas de serem mães, dos caras de serem pais, dos pais deles de serem avós e assim por diante...demonstrando falta de condições psicológicas, isso sim, de serem merecedoras de tamanha dádiva. Me pergunto se essas mulheres não tem medo de,um dia logo ali, se encontrarem em tal situação novamente só que desta vez desejando o filho mais do que tudo e infelizmente receber um castigo divino (pq essa justiça nunca falha). Bom, melhor nem pensar nisso!Na realidade não quero julgar pessoa nenhuma por nada, esse lance do aborto nem era pra ter sido comentado, quando vi já tava falando...O que eu sei, é de mim, e nunca vou me esquecer de um dia, com 15 anos, conversando sobre gravidez com meus colegas de escola, falei que jamais titraria um filho, independente de ter o apoio do pai da criança ou não, pq se eu fosse mulher pra fazer, assumiria as consequências de ser mulher suficiente pra enfrentar o mundo e a vida mantendo e cuidando dessa vidinha. Tanto foi que, 3 anos depois me deparei com esse fato na minha vida. Encarei de frente, com uma serenidade que, honestamente, não sei de onde veio mas que se instalou no meu ser e que nunca, em nenhum momento, me fez ter dúvidas de tal atitude. Nesta época, eu não tinha a noção do bem que me faria passar por tudo isso, mas deve ter sido então, incoscientemente que fui forte o bastante e que recebi o apoio daqueles que realmente iportava que me apoiassem.Acho que o que diferencia um pai de uma mãe, em questão aos sentimentos por um filho é que uma mãe não precisa ver um filho pra já amá-lo com todas as suas forças, ela já sente ele desde o princípio como parte dela e a gravidez não dura 9 meses a toa..é um bom tempo pra que esse amor ganhe forças indescritíveis pra que, quando a criaturinha divina nascer, já ser há tempos o que mais importa em nossas vidas. Já um pai, acho que, por mais que se emocione com a gravidez, que fique feliz com o que vem pela frente, só vai ter noção real das coisas quando de fato visualizar esse acontecimento, depois do nascimento do filho para o mundo. Mas nem por isso acho que os pais sejam menos importantes ou essencialmente especiais pros filhos.O que me deixa intrigada (e como não dizer, triste também) é o fato de que certas pessoas simplesmente não são tocadas por este sentimento, que é o poderoso dom de gerar uma pessoa que está neste mundo graças a nós, os pais dela. Tem pessoas que são extremamente insensíveis com quase todo mundo, mas com a família são o que há de mais amoroso. Tem outras que amam outras pessoas, amam suas namoradas, seus amigos, mas não conseguem sentir ou expressar um amor incondicional que me parecem básicos se oferecer à um filho. Isso não tem explicação, aliás, nessa vida bem dizer tudo é inexplicável. Mas então, eu queria tentar entender como isso é possível, o que se passa na cabeça de quem fica bem dizer indiferente a tamanho comprometimento e envolvimento que implica ser responsável pelo bem-estar de quem nem pediu pra participar da história.Falo isso porque me sinto atingida com essa falta de amor por parte de certos pais ou mães. No meu caso, especificamente, por causa de um pai. Não o meu, que graças a Deus nunca me faltou, sempre foi meu grande amigo e me passa ensinamentos de vida mesmo estando hoje distante fisicamente. Me machuca perceber que meu anjo lindo, o ser que EU trouxe pra esta vida não vem recebendo o amor, o afeto, o carinho, a parceria, entre outras coisas indispensáveis, por parte do pai, fundamentais para o crescimento e felicidade plena dele. O que me dói é ver o tempo passando, ele se desenvolvendo (muito bem, graças!) mas a cada dia mais distante de quem é tão adorado por ele.Tudo na vida são escolhas, certo? Eu escolhi tocar minha vida sem a presença do pai do meu filho, sabendo que o contato entre eles sofreria uma mudança, mas sempre acreditando que haveria a procura, o interesse e a preocupação constante por parte de quem me parecia muito ligado e feliz com o fato de ser pai. Mas a gente se engana tanto e a toda hora que, esse pensamento ficou nos meus sonhos e tem se tornado cada dia mais distante da realidade. Sentir que perco a importante amizade de quem um dia, junto comigo, trouxe mais uma linda alma pra terra é ruim. Mas perceber que esse afastamento voluntário e absolutamente desnecessário irão deixar marcas na pessoa que eu mais amo na vida é ruim demais, é péssimo. O livre arbítrio e liberdade de escolha sempre fizeram parte do que julgo necessário pra vida de cada um, mas nesse caso específico, sinto uma estranha e forte vontade de entrar na mente desse homem, adulto e aparentemente são e dar-lhe uma boa sacudida, se for preciso umas porradas internas pra que ele acorde e perceba a grande bobagem que está fazendo. Mas não dá, e mesmo que desse, não me sinto nesse direito..sei que um dia a vida vai se encarregar de fazer isso por si. Só que eu não queria que o tempo passasse sendo assim.Pode ser que não demore (e espero do fundo do coração que não mesmo!), pode ser que logo ali ele se dê conta de que isso prejudica tanto o filho quanto ele. E aí, ele pode voltar atrás e ser diferente, ao menos tentar que assim seja. Acontece aos montes de pais arrependidos que se desligaram em momentos extremamente preciosos e receberam da vida a tal sacudida na mente. Acho que é melhor do que nada né, antes tarde do que nunca. Só que lógico, essas pessoas tem o trabalho mais que dobrado de fazerem com que seus filhos os amem e sigam seus ensinamentos, pois estes já terão sido criados por outras pessoas, muitas vezes dignas até demais, pra que não "queimem" o filme deste pai (como se precisasse de alguém além dos próprios pra tal tarefa).De qualquer forma, o peso na consciência de quem deixou de lado a oportunidade de acompanhar as fases do filho, que deixou de estar presente nas alegrias e nas tristezas dele, que abriu mão de contribuir pra tornar o filho (que ele tornou um deconhecido) a pessoa que é.Já vi esse filme acontecer com gente ligada a mim, não quero isso, de fato, na minha vida. Mas certas coisas não se escolhe. Não posso escolher como vai ser a futura relação do meu filho com o pai dele, mas eu posso escolher como vai ser a minha vida com o meu filho. E se, por um lado tudo isso me parece triste, por outro me parece um desafio. O desafio de seguir firme e forte com a escolha que eu fiz há 4 anos, da qual não me arrependo nem 1 fio de cabelo. A escolha que mais trouxe alegria e emoção pra minha alma. Tudo que eu posso e vou fazer, vai ser demonstrar sempre pro meu anjo lindo que pra mim ele é tudo que pode haver de mais sagrado e que tudo que ainda vou conquistar será dedicado a ele. Nossas vidas têm o mesmo valor, o valor do amor...GRAÇAS!

terça-feira, 28 de julho de 2009

o tempo não pára!

Incrível como o tempo passa voando. Já disse Cazuza que o tempo não pára e a gente ainda passa correndo pela vida...
Quando se usa de algum acontecimento para se ter noção dessa velocidade é que tenho ainda mais certeza de que essa vida vai num ritmo alucinante...6 meses passaram num piscar de olhos..os próximos 6 meses, 6 anos, 6 décadas também irão voar. Ainda bem que tenho o hoje e, de "hoje em hoje", vou além...
o tempo é rei!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

sons e silêncios...

Enquanto o sono não vem, fico aqui, entre sons e silêncios...
um som pode ser algo legal, se for aquela melodia que te agrada, se fizer bem aos ouvidos e a tudo o mais que for preciso pra que tu sintas ele fluir contigo...mas dependendo do som, pode se tornar um barulho dos mais ensurdecedores, que vai te desagradar, talvez até te afetar..ouvir uma musica da que se adore é um prazer, ouvir o arranhar de uma superfície já é desgostoso.
O silêncio também pode ser assim: bom ou ruim. Depende de quando, depende do porque. Quando tu faz uma pergunta que julga importante, por exemplo, o silêncio não é a melhor resposta. Quando se fala algo absurdo, pode ser que o silêncio da outra pessoa seja realmente o melhor e só aí que se percebe tamanha bobagem que foi dita.
Mas aí que está, talvez o que pareça sem sentido pra quem ouve, pode ser o mais relevante pra quem diz...e ai,um silêncio é uma dor.Uma dor que não necessariamente vá doer, quem sabe uma angústia a ser sentida, as vezes até mais do que várias palavras que contrariem o que tu queres ouvir.
Li em algum lugar, e muitas vezes dou razão, à seguinte frase: "o silêncio oportuno é mais eloqüente que o discurso". Sim, sim, de fato, AS VEZES concordo..mas como digerir a realidade de um silêncio quando estamos "certos" de que o que foi dito é a nossa verdade?! E se cada um tem sua verdade, não seria ignorar as verdades dos outros manter-se quieto?!
Bem, quanto mais eu escrevo, mais esse assunto me confunde..deveria eu ter ficado em silêncio ao invés de vir aqui, discursar?!
Talvez, talvez..mas como sei que escrevendo (mesmo que confusamente) essa dúvida deixe de ser dúvida e se torne de fato o que eu optei por fazer, deixo aqui minhas palavras como já as deixei em muitos outros lugares (e nos ares tantas outras se perderam) e encerro o assunto, por enquanto, sabendo que tantas vezes ansiei ouvir e tantas outras deixei alguém esperando com o meu próprio silêncio..

definitivamente, esse blog é meu divã!